Um lugar ao sul da Inglaterra, cidade litorânea na qual estou vivendo desde os últimos meses. Rica em belezas naturais e conhecimento acadêmico, por se tratar de um centro universitário. O nome do blog foi criado a partir desse lugar. Aqui você encontrará textos que expressem esse e outros lugares, pelos quais passei e ainda vou passar, vistos através de meus olhos.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
BRASILEIRO ESTÁ NO MUNDO INTEIRO

Amigos reunidos para assistir aos jogos, roupas características, bandeiras, muita cerveja e petiscos. Tudo isso parece comum quando o assunto é futebol. Só que aqui, cada pequeno detalhe, se torna mais emocionante. Primeira copa que assisto vivendo distante do Brasil e já foi possível perceber que a raça da torcida é ainda maior. A sensação de encontrar pessoas que vibram por um mesmo objetivo é maravilhosa. Mais que isso, a oportunidade de conhecer brasileiros que sentem o mesmo que você, alegrias e decepções semelhantes, é fantástica. Pois é, futebol também serve para aproximar novos amigos.
Um dos pontos interessantes de se morar na Inglaterra é observar diversas culturas, torcedores de países diferentes, em um só lugar. É mais ou menos assim: espanhóis torcendo pela Espanha no pub da esquina ao mesmo tempo em que portugueses vibram por Portugal no outro lado da rua. Tem até inglês simpatizante na concentração brasileira. Talvez por excesso de segurança a seleção está fora da copa 2010. O importante é que nosso país perdeu a batalha, mas não a guerra. No futuro (2014) tem muito mais e a torcida agora é para que o gaúcho Felipão esteja no comando da grande festa
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O SOL TAMBÉM BRILHA NO CÉU INGLÊS
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
UM TEMPO LONGE...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Esse Mundo!!!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Welcome to Paradise

If you would like to know more about this paradise, here we go! The most important island to visit in there is the Tahiti. Aside from Tahiti, some other famous atolls, islands, and island groups in French Polynesia are: Ahe, Bora Bora, Hiva `Oa, Huahine, Maiao, Maupiti, Mehetia, Moorea, Nuku Hiva, Raiatea, Tahaa, Tetiaroa, Tubuai, and Tupai. Territory of the Polynesia, dependent of the France, it is located in the southern Pacific Ocean. The islands have a total land area of 4,167 square kilometers scattered over 2,500,000 square kilometers of ocean.
The English and the French are the official languages. There are two seasons, a warm and rainy season, November to March, and other fresh and dry, with on average of 27º, from April to October. So, the best time to visit the islands is the months between June and October. In July, is the festival of Tahiti, which attracts people from around the world.
To travel to a wonderful place it’s very simple. You just need a passport, plenty of money and preparation. This trip is about five thousand pounds, ticket and hotel included. It is expensive, but it’s the best choice. Go and enjoy.
BEM–VINDOS AO PARAÍSO

Caso você se sinta atraído pelas descrições do lugar, e queira saber mais sobre esse paraíso, aqui vamos nós! Entre as 118 ilhas e atóis que compõem o cenário natural, o Taiti é a “porta de entrada” de boa parte dos turistas. “Esse é apenas um pedacinho do mundo, mas está entre os mais bonitos. Lindo, longe e perdido no meio do oceano”, comenta o aventureiro Ricardo Oliveira. O brasileiro de 24 anos, que viaja há quatro, tem a Polinésia Francesa como sinônimo de diversão e descanso. Além do famoso arquipélago da Sociedade, onde estão as ilhas de Taiti, Bora Bora e Moorea, o local também é formado por outros quatro: Marquesas, Austrais, Mangarevas e Tuamotu. O mar azul, as praias de areia muito branca, uma vasta vegetação tropical e ilhas montanhosas, devido à região ser produto de erupções vulcânicas. Tudo isso o turista está convidado a conhecer.
O território da Polinésia dependente da França está localizado no Pacífico Sul. Incluindo água e terra, são mais de 4 milhões de quilômetros quadrados no meio do oceano. A Nova Zelândia é o país mais próximo, 4 mil quilômetros a sudeste. Papeete é a capital.
O inglês e o francês são os idiomas oficiais. Em qualquer época do ano, o visitante pode desfrutar de uma refrescante brisa oceânica. Apesar disso, o clima é caracterizado por duas estações: uma quente e chuvosa, que vai de novembro até março, e outra fresca e seca, de abril até outubro. A temperatura nesse período fica na média de 27ºC. A temporada ideal para você visitar o distante paraíso está entre os meses de junho e outubro.
O turista brasileiro não precisa de visto e pode permanecer no lugar até três meses. A viagem não é muito barata não. Custa, aproximadamente, US$ 4 mil por uma semana. A dica é planejamento e programação financeira. Não perca tempo: vá e aproveite.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O charme das montanhas
Charmosa, a estação de esqui também é conhecida como local de encontro para esportistas e apreciadores. Localizada a oeste da região de Friuli (Venezia Giulia), a montanha de 1.300 metros de altura é famosa pelas pistas de neve. Em um desenho geográfico perfeito, a estação alpina é situada entre o Monte Cavalo e a Planície de Friuli. Lugar ideal não só para estimular a adrenalina, mas também para descansar e degustar um bom vinho. É o visitante quem escolhe.
Apesar de, também, ser visitado durante o verão, por estar localizado perto de Veneza e do mar Adriático, é na época mais fria do ano que Piancavallo “vive” sua alta temporada. O melhor período para desfrutar as atrações do lugar começa em dezembro e termina só em abril.
E para quem ficou curioso, a região apresenta uma estrutura completa, com hotéis, restaurantes e bares. Diversão é o que não falta. Dos 26 quilômetros de pistas 24 são de esqui cross-country, sem esquecer das pistas para crianças e iniciantes. Se você nunca esquiou, mas tem muita vontade, o ski resort oferece uma escola com as modalidades do esporte. Ninguém vai deixar de sentir a adrenalina do lugar. Isso, o turista brasileiro Thiago de Carvalho, 22 anos, pode confirmar: “a experiência foi nova e uma das melhores de toda a minha vida”.
domingo, 5 de outubro de 2008
“Everybody is free to wear sunscreen”
Read the directions (even if you don’t follow them).
Do not read beauty magazines; they will only make you feel ugly.
Get to know your parents; you never know when they’ll be gone for good.
Be nice to your siblings: they’re your best link to your past and the people most likely to stick with you in the future.
Understand that friends come and go, but what a precious few should hold on. Work hard to bridge the gaps and geography and lifestyle, because the older you get, the more you need the people you knew when you were young.
Live in New York City once, but leave before it makes you hard.
Live in Northern California once, but leave before it makes you soft.
Travel.
Accept certain inalienable truths: prices will rise, politicians will philander, you too will get old; and when you do, you’ll fantasize that when you were young, prices were reasonable, politicians were noble, and children respected their elders.
Respect your elders.
Don’t expect anyone else to support you. Maybe you have a trust fund, maybe you’ll have a wealthy spouse, but you never know when either one might run out.
Don’t mess too much with your hair or by the time you are 40, it will look 85.
Be careful whose advice you buy, but be patient with those who supply it. Advice is a form of nostalgia; dispensing it is a way of wishing the past from the disposal–wiping it off, painting over the ugly parts, and recycling it for more than it’s worth.
But trust me, I’m the sunscreen".
A moda do colete: o Brasil visto de fora
Inspirado nas armaduras, utilizadas pelo homem há milhares de anos atrás, o colete à prova de balas foi desenvolvido por volta dos anos 60. Porém, a tendência é que ele se torne ainda mais importante do que já é. A violência cresce, a importância dos produtos de proteção também cresce. Junto com a necessidade de segurança vão surgir as alternativas, desenvolvidas através da criatividade. Tudo pelo conforto, beleza e vida longa. O assunto vai ser pauta de reportagem para os veículos de comunicação. Repórter e cinegrafista vão acompanhar a crescente necessidade do colete no dia-a-dia dos brasileiros e, também, os testes do Inmetro, que garantem qualidade.
Talvez pareça estranho ou engraçado, mas a situação vivida no Brasil me faz acreditar que tudo isso possa realmente acontecer. Aqui, obviamente, estou exagerando, mas é justamente para ressaltar que a violência está cada vez pior. É filha que mata pai e mãe, é pai que mata filha e, para agravar ainda mais, é policial que dispara contra cidadãos inocentes. As pessoas chegam a pensar que não podem confiar em ninguém, muito menos na polícia. Parece que estou vendo a manchete dos jornais de um futuro próximo: brasileiros preferem fugir da polícia a fugir dos bandidos. Com certeza há policiais competentes, como em toda a profissão, mas a dificuldade é saber quem são eles.
Tudo indica que o brasileiro vai ter que se proteger, por conta própria, se não quiser ser alvo de uma bala perdida, ou mesmo levar um tiro por engano. Aqui é que entra o coleto à prova de balas, e por essas e outras razões ele pode se tornar indispensável. A verdade é que, depois de totalmente aderido pelos cidadãos, o uso do colete vai ser tão comum que as pessoas vão ter como um acessório, um produto, um utensílio não só de segurança, mas também de beleza e conforto. Nesse caso, o essencial vai ser não esquecer o principal e mais importante objetivo: a proteção da vida.
Paraíso Distante
Apesar de pouco conhecida, em comparação a famosos pontos turísticos do planeta, a Costa Jurássica é considerada Patrimônio Mundial. Devido à rica geologia é visitada por turistas de lugares diversos. Entre os visitantes está um brasileiro que, de passagem pela Europa, aproveitou para conhecer as praias ao sul da Inglaterra. O clima temperado e a disposição geográfica do local influenciaram, e muito, na escolha de Marcelo Ponta. “Nem parece que estou no Velho Mundo, mas sim em um lugar tropical. A costa tem milhões de anos, mas é tudo muito bem desenvolvido e organizado para receber os visitantes”. Além das belezas naturais, o que também impressionou Marcelo foi o fácil acesso. A poucas milhas da capital Londres, “é possível encontrar pontos incríveis de natureza conservada, em cidades que ficam próximas, é tudo muito perto”, comenta o brasileiro. Um cantinho desse paraíso, em especial, chama a atenção dos fotógrafos profissionais e amadores. É um arco de pedra no mar que fica em Durdle Door, na cidade de Lulworth Cove. Lugar que também é um dos preferidos de Renata Sutana, brasileira de 25 anos que está no Reino Unido há seis. “Essa é uma das vantagens de se viver aqui, desfrutar de cenários maravilhosos”.
sábado, 4 de outubro de 2008
Um lugar ao sul: praias e agito garantido
As danceterias e bares, localizados à beira-mar ou no centro da cidade, ficam lotados. São brasileiros, espanhóis, portugueses, ingleses... Milhares de pessoas passam por Bournemouth todos os anos, boa parte delas se encontra durante a noite. As opções de pubs e night clubs são inúmeras. Os estilos musicais se parecem, e muito, com os escutados nas casas noturnas do Brasil. Raves e música eletrônica estão em primeiro lugar. Rosa Nunes (20 anos), uma portuguesa que mora há dois anos na cidade, conta que “uma vez por semana algumas danceterias promovem festas temáticas. Por exemplo, com música de vários países e participação de DJ’s do mundo todo”. Os night clubs reservam um andar aos sons latinos, como salsa, merengue e reggaeton. Na noite do estudante, que acontece em determinado dia da semana, a entrada é de graça e a cerveja barata.
Mas nem tudo é alegria na cidade litorânea ao sul da Inglaterra. O que desagrada os jovens fumantes é a Lei England smokefree, que proíbe as pessoas de fumarem em ambientes fechados. Pode estar chovendo, ou um pouco mais frio, não importa. A lei é bem clara: se quiser fumar é em lugar aberto. “A multa pode ser até de £ 200 para quem não cumprir”, comenta Rosa.
E tem mais reclamação por aí. Os bares e danceterias fecham cedo, por volta das três da manhã. A partir desse horário é proibida a venda de bebidas alcoólicas. Tudo isso também é lei. Apesar das restrições a galera improvisa. Os night clubs fecham, mas o agito continua na casa dos amigos até amanhecer. Nisso tudo, uma coisa é certa: a festa não pode parar.
Sunshine
sábado, 28 de junho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Uma via chamada Meneghetti
No apartamento da via (rua) Meneghetti, por exemplo, vivem seis jovens brasileiros. Todos com um objetivo em comum: reconhecer a cidadania italiana. Todos, com sonhos diversos. Sentir falta do Brasil é normal, mas o fascínio pela nova vida também é inevitável. Entre os conterrâneos, ou nas conversas com habitantes do local, a troca de experiência é muito grande. Na opinião de Diego Bohrer, um dos moradores do apartamento em questão, “nada melhor que uma boa conversa com la gente daqui para adquirir mais conhecimentos”. Diego está há um mês na Europa. Programou a viagem por quase um ano e chegou a Mirano, que pertence a província de Veneza, no início do mês de fevereiro. Veio acompanhando a mulher Daniela, descente de italianos. Ele, piloto de avião. Ela, formada em jornalismo pela Universidade de Passo Fundo. Com planos futuros, aproveitam para estudar o idioma enquanto aguardam a documentação. “Era uma segunda-feira quando chegamos aqui. No dia seguinte fomos até a comune, que é uma espécie de prefeitura, para dar entrada ao processo de cidadania. Uma semana depois o guarda municipal passou para confirmar nossa residência. A expectativa é que no máximo em três meses minha esposa seja uma cidadã européia”.
Só em Mirano, uma cidade de aproximadamente 26 mil habitantes, são cerca de 70 processos em andamento, fora os que já foram concluídos. Um deles é de José Mauro Padovan, 25 anos, artista e amante das artes plásticas. Saiu do Brasil há quinze dias e hoje também reside na via Meneghetti, “pelos menos nos próximos dois meses...”, brinca em clima de descontração. Zé, apelido pelo qual é conhecido, já “sentiu na pele” como é morar fora do país onde nasceu. No ano passado permaneceu oito meses nos Estados Unidos e desde então sua vontade é “desbravar os quatro cantos do mundo”, estudar e se especializar nas artes plásticas. “Em 2006 organizei toda a documentação para viajar e solicitar a cidadania na Itália. Porém, no início do ano passado surgiu um convite inesperado. Uma amiga, que está na América do Norte, me convidou para passar um tempo lá. Resultado: uma viagem que deveria durar três meses se prolongou por oito” relembra satisfeito. O artista plástico conta que, apesar de amar sua terra natal, estar fora foi muito bom para seu crescimento, inclusive artístico.
Tanto Zé Mauro como Diego confessam que não pretendem voltar ao Brasil tão cedo. Os primeiros dias longe de casa podem até ser difíceis, mas aos poucos as oportunidades vão surgindo e idéias vão iluminando os pensamentos e sentimentos desses jovens, e não tão jovens assim (afinal são pessoas de todas as idades que buscam o reconhecimento da cidadania), futuros italianos. É como aquela lâmpada mágica dos desenhos animados, a luz se ascende enchendo as cabecinhas de prósperas intenções. “Meus planos? Bem, quero permanecer aqui na Europa, trabalhar na minha profissão, usar e abusar das oportunidades”, revela Diego.
Mas voltando à história de Zé, depois de um período de estadia em Nova Iorque o artista precisou retornar para casa. “Meu visto de estudante estava vencendo e era necessário ir ao Brasil para renová-lo. Infelizmente, ou felizmente, esse processo se prolongou e nesse período ressurgiu a idéia de vir para a Itália”. O ambiente, as raízes históricas, tudo isso é inspirador aos olhos de Zé Mauro, principalmente no que diz respeito ao seu trabalho. “Não sei exatamente meu destino depois da cidadania, mas quero aproveitar ao máximo minha vida por aqui, as paisagens históricas, a rica arquitetura, etc, etc”. Talvez pelas características climáticas, talvez pela época do ano, o cenário na Itália faz jus às imagens dos mais clássicos filmes de romance.
As vantagens de ser um cidadão italiano, ter ou não direito à cidadania, as etapas a serem percorridas e o convívio local. Esses, sem dúvida, são alguns dos assuntos que mais geram curiosidades entre os brasileiros interessados. Porém, esse texto não aborda especificamente essas questões. A intenção aqui é transmitir um pouco da história e as sensações de brasileiros que vivem na Itália.
A Itália e o inverno
Dois meses depois, alguns novos amigos, experiências compartilhadas e várias impressões desse país novo para mim, eu havia me tornado italiana (sem nunca deixar de ser brasileira, é claro!). Quando se está na Europa como brasileiro se tem três meses para turismo, com exceção da Inglaterra que são seis meses. Quando se está na Europa como cidadão europeu se tem passe livre em qualquer país da União Européia. Você pode não só passear, mas trabalhar e estudar.
Dois meses, esse foi o tempo que permaneci da Itália. Tempo suficiente para observar como os italianos são reservados. O curioso é a maneira como conversam, em voz alta, como se estivessem discutindo. Ainda assim são reservados. Diferentemente dos brasileiros, não gostam de muito barulho. Suas festas, no geral, são sossegadas. Normalmente os bares e danceterias ficam abertos só até as duas da manhã, pelo menos no interior. Gostam muito de danças latinas, como salsa e mambo, e apreciam bebidas fortes. O Vinho está em primeiro lugar e a cerveja é quente, por causa do clima. No comércio o intervalo de almoço é das 12h às 15h, pois depois da refeição é hora do repouso, que é “sagrada”.
A arquitetura é belíssima, por fora se conserva o aspecto histórico e por dentro é moderno. Ao mesmo tempo em que é um país de primeiro mundo se preserva tradições antigas, como andar de bicicleta. A bicicleta é fiel companheira de todas as horas, tanto de trabalho como de lazer. As senhoras, mais velhas, são muito vaidosas, já as mais jovens não são. A moda é diferente da que se vê no Brasil, onde se usa tudo combinando: roupas, calçados e assessórios. O que pude observar é que os homens são mais vaidosos do que as mulheres, gostam de se arrumar. As famílias apreciam passear, principalmente aos fins de semana, com seus animais de estimação. Em quase todos os locais é permitido entrar com cães, como no comércio, por exemplo. Se você trabalha, e recebe seu salário na moeda local, fica acessível consumir produtos, se torna barato. Outra facilidade é o transporte, principalmente de trem (são horários e destinos diversos). No que diz respeito aos estrangeiros encontramos vários por aqui. Não só brasileiros, mas de várias partes do mundo, principalmente nas escolas de italiano. Pelo o que se sabe, muitos têm permissão de trabalho e moram aqui há anos. Emprego existe, mas sem dúvida é quase impossível conseguir uma vaga sem falar o idioma e sem ter documentos europeus. Nada que o tempo não resolva.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
A melhor profissão do mundo
"Há uns cinqüenta anos não estavam na moda escolas de jornalismo. Aprendia-se nas redações, nas oficinas, no botequim do outro lado da rua, nas noitadas de sexta-feira. O jornal todo era uma fábrica que formava e informava sem equívocos e gerava opinião num ambiente de participação no qual a moral era conservada em seu lugar."

